Braskem obtem bons resultados em 2018 mas preve problemas


Braskem obtem bons resultados em 2018 mas preve problemas

Fechado o balanço, a Braskem anunciou ter obtido resultados positivos em 2018, porém menores que os do ano anterior. Os prognósticos apresentados pela companhia para 2019 começam a refletir o impacto da entrada de novos crackers de etano, alimentados pelo shale gas norte-americano, e indicam uma tendência baixista para os polietilenos.

Fernando Musa, presidente da Braskem, destacou o fato de 2018 ter sido o primeiro ano completo de operação do cracker flexível (capaz de processar cargas variadas) de Camaçari-BA, que usou 11% de etano importado durante o período, próximo do percentual máximo do uso de gás, que é de 15%. “Com isso, temos mais segurança de suprimento e redução de custos”, comentou Musa.

Em contrapartida, a operação da companhia no México produziu 799 mil t de polietilenos em 2018, uma queda de 18% em relação a 2017. Com isso, o Ebitda gerado por essas unidades somou US$ 617 milhões. Musa explicou a redução de atividade pela dificuldade encontrada pela Pemex

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